As loucuras do metrô de Nova York

Publicado por allan em 23 de outubro de 2012
Metrô de Nova York


Agora que você já sabe como utilizar o metrô de Nova York vale a pena lhe preparar para as cenas ‘incomuns’, muitas vezes ilariantes, que você testemunhará em muitas de suas viagens pelo subterrâneo.

Não existe símbolo maior do quão cosmopolitana é esta cidade do que seu subway. Como 99% dos moradores utilizam-no como meio de transporte em seu dia-a-dia, é possível em um vagão encontrar ‘representantes’ de todas as raças do mundo: orientais, africanos, árabes, latinos, branquelos europeus e é claro, norte-americanos.

Todas as classes sociais estão também ali representadas, dividindo o mesmo espaço.Em uma viagem no início da manhã, por exemplo, não se assuste se ao seu lado direito estiver um homem ultra bem vestido com seu terno Armani, talvez em direção a Wall Street e do seu lado direito um mendigo em farrapos.

No entanto, o que chama mais a atenção são os ‘acontecimentos’ inusitados no meio das viagens. Uma moradora brasileira me contou que uma das suas diversões em dias em que o tédio toma conta e a grana está curta é passear sem destino pelo metrô – garantia de boas risadas.

Pessoas conversando sozinhas são algo comum. Não, muitas delas NÃO estão usando fone de ouvido, estão sim falando com seus amigos imaginários. Pude ver esta cena algumas vezes e numa delas com direito a caras e bocas que pareciam uma verdadeira briga entre a pessoa e seu ‘eu-interior’. Engraçadíssimo!

Pude ainda presenciar um músico dando um verdadeiro show com seu violino, um tenor soltando seu vozeirão em meio aos passageiros, um trio de rappers fazendo uns passos de dança estranhos por alguns trocados e até a versão americana daquele pessoal que por aqui entram nos ônibus dizendo algo como: “Eu não estou aqui para roubar. Estou aqui para pedir …”

Mas a cena que mais me chamou a atenção aconteceu quando voltava do Museu de História Natural. Ao parar em uma estação em frente ao Central Park, eis que me entram no vagão uma noiva e seu respectivo noivo, padrinhos, madrinhas, fotógrafa e parentes. Não bastasse a situação pouco usual de uma comemoração de casamento ali, no metrô, “participamos de tabela” da famosa tradição do arremesso do buquê, rindo das madrinhas que não sabiam se seguravam-se para não cair com o balançar do trem ou se disputavam o artefato.

Não deixe de nos contar suas experiências engraçadas no metrô de NYC na volta de sua viagem utilizando a sessão de comentários abaixo!

 






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