Memorial do World Trade Center

Publicado por allan em 09 de novembro de 2012
Memorial do World Trade Center


O Memorial do World Trade Center é uma atração que a maioria das pessoas, de uma forma geral, gostaria que não existisse em Nova York. O desejo era de que ali ainda estivessem erguidas as torres gêmeas e que todo o horror de 11 de Setembro de 2001 fosse apenas cenas de um filme de ação.

Foto aérea do WTC após o 11 de Setembro

Foto aérea do WTC após o 11 de Setembro
Créditos: Wikipedia

Aberto a visitação do público em 2011, o National September 11 Memorial é um tributo as quase 3.000 pessoas que foram mortas nos ataques terroristas de 2001 não “apenas” nas torres gêmeas mas também na Pensilvânia e no Pentágono. Na área do ground zero (marco zero) estão dois espelhos d’água com cascata cercados por 400 pés de carvalho. Cada “piscina” tem quase 1 acre de extensão e as quedas de água constituem as maiores cachoeiras artificiais da América do Norte. Os nomes de todas as pessoas que morreram nos ataques estão inscritos em painéis de bronze ao redor das piscinas.

A “cicatriz” localiza no coração financeiro de Manhattan pode ser visitada gratuitamente mas é necessário fazer uma reserva no site oficial com dia e hora marcados. De posse do número da reserva, você precisa trocar o ticket no 9/11 Memorial Preview Site que fica a algumas quadras do memorial (20 Vesey Street). Já com o ticket, dirija-se a entrada do memorial na esquina da Albany St. com a Greenwich St. e prepare-se para uma fila gigantesca que dura quase 1 hora. A demora fica por conta do procedimento de segurança super rigoroso. Enquanto estiver na fila aproveite para contemplar a Freedom Tower (Torre da Liberdade), o prédio que será inaugurado em 2013 e que será o mais alto de NY com 104 andares (541 metros).

Freedom Tower

Freedom Tower em Construção
por: Allan Peron

Veredito final desta atração: 3 Estrelas
Pra mim é um passeio tenso, com uma carga super negativa. No entanto, acho que é uma forma de perceber a que ponto a maldade do homem pode chegar e que combater o terror deve ser uma responsabilidade constante de todas as nações.






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